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“O sucesso do tratamento de fertilização assistida não se restringe ao teste de gravidez positivo. Muito mais que isso, é a garantia de que a mãe e o bebê permanecerão saudáveis desde o início dos procedimentos até o nascimento da criança. Afinal, de nada adianta alcançar rapidamente a gravidez única, gemelar ou até mesmo tripla, se o tratamento e a gravidez provocarem complicações que levem ao comprometimento da saúde do bebê e da mãe durante o tratamento a que estiver sendo submetida”
Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi

Capítulo 15 – Contracepção – A Escolha do Anticoncepcional Ideal

7 de dezembro de 2011
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Contracepção – A Escolha do Anticoncepcional Ideal

Ainda que gerar e dar à luz um filho seja da natureza feminina, é fato que não há concepção sem a participação do homem. Por isso, embora este livro seja destinado às mulheres, ideal seria que a escolha de um anticoncepcional pudesse ser feita pelo casal, já que qualquer advento do ato sexual terminará envolvendo tanto o homem quanto a mulher.

Quando não houver disponibilidade ou integração suficiente do parceiro para tal decisão conjunta, então que cada mulher saiba optar por aquele que mais lhe for conveniente em cada fase de sua vida.

O conceito de “anticoncepcional ideal” é relativo e condicional. Não existe um método contraceptivo que possa ser considerado ideal para todas, ou que leve em conta somente uma característica, tal qual a idade de uma mulher. Todas as questões – pessoais e genéricas – são igualmente relevantes e deverão ser analisadas ao se escolher um método.

O que será abordado aqui, portanto, não se trata de uma receita, e sim de informações essenciais para que cada casal, de acordo com suas particularidades e intenções, conheça as opções disponíveis e faça a melhor escolha.

Assim, vale começar este capítulo ressaltando a importância do acompanhamento de um médico que possa, junto com o casal, decidir o que é
melhor naquele momento.

Primeiro será exposto cada método, dentro de sua classificação, a saber: naturais, de barreira, hormonais e definitivos. Em seguida, cada leitora poderá consultar os métodos mais adequados à fase de sua vida, considerando especialmente o desenvolvimento de seu corpo e sua maturidade emocional para a expressão de sua sexualidade saudável: da menarca (primeira menstruação) aos 25 anos; dos 26 aos 40 e dos 41 até a menopausa (última menstruação).

Métodos anticoncepcionais

São divididos em:

  • Naturais: tabelinha, coito interrompido.
  • De barreira: camisinha, camisinha feminina, DIU, diafragma e espermicida.
  • Hormonais: pílula, injeção, implantes subcutâneos, anel vaginal, pílula do dia seguinte, adesivo contraceptivo.
  • Definitivos: ligadura das trompas, vasectomia.

Tabelinha

Consiste no cálculo dos dias férteis (quando ocorre a ovulação) dentro do ciclo menstrual. Se o ciclo for regular, a ovulação acontece 14 dias antes da próxima menstruação. Daí se calcula que 3 dias antes e 3 dias depois da ovulação (incluindo a data específica da ovulação, obviamente) a mulher está apta a engravidar e, assim, evita a relação sexual. Não protege contra as DST’s.

– Nível de eficácia: baixo. Porque o ciclo menstrual pode variar e, assim, a mulher erra facilmente o dia da ovulação.

Coito interrompido

Consiste na retirada do pênis de dentro da vagina antes de ejacular. No entanto, exige muito autocontrole por parte do homem. Quando utilizado por longo prazo, pode trazer problemas sexuais para o casal (como ejaculação precoce no homem e dor ao coito para as mulheres). Não protege contra as DST’s.

– Nível de eficácia: baixo. Porque depende do homem e também porque existe a possibilidade de serem eliminados espermatozóides suficientes para uma gravidez antes mesmo da ejaculação.

Camisinha

Preservativo feito de látex ou poliuretano que recobre o pênis impedindo que os espermatozóides sejam depositados na vagina durante o ato sexual. Não precisa de prescrição médica para ser usada, mas se não for colocada corretamente poderá romper-se. Portanto, um treino em casa, sozinho, é recomendável.Na hora da camisinha ser retirada, também deve-se ter cuidado para não deixar vazar o esperma. Protege contra as DST’s, inclusive a AIDS.

– Nível de eficácia: alto (97%).

Normas de uso para uma eficiência adequada

  • Não iniciar a relação sem o preservativo, pretendendo colocá-lo “mais tarde”.
  • Desenrolá-lo totalmente, pois a colocação apenas na extremidade faz com que caia durante o ato.
  • Deixar um espaço entre a extremidade do membro e o fundo do preservativo para coletar o sêmen.
  • Após a ejaculação, retirar o membro antes que se torne flácido. Caso contrário, pode haver refluxo do esperma.

Camisinha feminina

Preservativo de poliuretano, com dois anéis, um em cada extremidade. O anel interno é colocado dentro da vagina, recolhendo o esperma para que não haja a fecundação do óvulo. O anel externo fica três centímetros para fora da vagina, protegendo os grandes lábios. O problema é seu custo, que pode chegar ao triplo em comparação à camisinha masculina. Também protege contra as DST’s.

– Nível de eficácia: alto.

Diafragma

Trata-se de uma espécie de capinha de borracha que recobre o colo do útero, impedindo a passagem dos espermatozóides. Para aumentar a eficácia, costuma ser usado com espermicida. Deve ser retirado no mínimo depois de seis horas depois da relação. Não protege contra as DST’s.

– Nível de eficácia: alto, especialmente se usado com espermicida.

Causas de falha do diafragma

  • Não usá-lo em todas as relações.
  • Não ajustá-lo conforme se deve.
  • Não usar a geléia ou creme espermicida.
  • Tirar o diafragma logo após o coito.
  • Fazer ducha depois de tirar o diafragma.

Diafragma defeituoso por

  • Fabricação defeituosa.
  • Perfurações causadas pela unha.
  • Perfurações ou rasgões causados pela idade ou por substâncias química usadas na limpeza.
  • Exposição excessiva ao calor.

DIU – Dispositivo IntraUterino

Feito de plástico, contém cobre ou progesterona para dificultar a entrada dos espermatozoides. A maioria tem formato de “T” e só pode ser colocado por um médico. O de cobre pode aumentar o fluxo menstrual e as cólicas nesse período. Sua colocação pode ser um pouco dolorosa. Não protege contra as DST’s.

– Nível de eficácia: alto, desde que sejam feitos controles regulares para verificar se ele está no local correto.

Espermicida

Espumas, cremes, géis ou supositórios que são introduzidos na vagina com a finalidade de “matar” os espermatozóides. O melhor é que seja usado como método complementar, juntamente com a camisinha ou o diafragma; assim, protegerá também contra as DST’s. Algumas pessoas podem ter alergia ao componente do espermicida.

– Nível de eficácia: alto.

Pílula

O segundo método mais utilizado pelas mulheres no Brasil. A maioria das cartelas contém comprimidos que devem ser ingeridos diariamente, durante 21 dias, com intervalo de 7 dias, compostos por dois hormônios (estrogênio e progesterona) que impedem a ovulação e, conseqüentemente, a gravidez. A pílula requer muita disciplina, porque para dar resultado não pode ser esquecida em nenhum dia, e de preferência deve ser tomada no mesmo horário. Não protege contra as DST’s.

– Nível de eficácia: alto, desde que seja tomada todos os dias.

Injeção

Composta de hormônio que inibe a ovulação. Existem as mensais e as trimestrais. Pode causar efeitos colaterais, como ganho de peso e pequenas perdas de sangue durante o ciclo menstrual. Não protege contra as DST’s.

– Nível de eficácia: alto.

Implantes subcutâneos

Compostos de um filete no tamanho de um palito de fósforo que são inseridos no braço da mulher e que vão liberando pequenas doses de hormônio que impedem a ovulação. Este método pode alterar o ciclo menstrual e causar alguns efeitos colaterais, como dores de cabeça, ganho de peso e acnes.Não protege contra as DST’s.

– Nível de eficácia: alto.

Anel vaginal

Como o próprio nome diz, tem formato de anel e é colocado no interior da vagina. Libera hormônios continuamente e é absorvido pela mucosa vaginal durante três semanas. Depois de uma semana sem o uso do anel, outro novo deve ser colocado pela própria mulher.
O anel apresenta baixa incidência de efeitos adversos, pois tem baixa dose, sendo rápida e contínua a liberação hormonal. Não protege contra as DST’s.

– Nível de eficácia: alto.

As fases do desenvolvimento feminino Da menarca aos 25 anos

É a fase da descoberta sexual, tanto para as garotas quanto para os meninos. O corpo está em pleno desenvolvimento e as sensações são novas, desafiadoras, e muitas vezes chegam a assustar, tamanha é a sua intensidade.

Trata-se de uma fase muito especial da vida de uma pessoa, quando ela está descobrindo seu próprio corpo e sua maneira de sentir suas reações. No entanto, por falta de direcionamento, informações equivocadas e dificuldade de falar sobre sexo dentro de casa com os pais, o número de adolescentes grávidas é cada vez maior no Brasil.

Sabemos que uma gestação não planejada pode acarretar muitos problemas, tanto para os jovens quanto para suas famílias. Por isso, quanto mais esclarecedora puder ser a orientação dada pelos pais, mais segura será a sexualidade nesta fase.

Muitas meninas ainda se deixam influenciar pelas amigas e terminam iniciando sua vida sexual de forma impulsiva e não planejada. Da mesma forma, os meninos se sentem pressionados pelos amigos e – por mais antiquado que possa parecer – também pelos familiares, especialmente os pais, a iniciarem suas atividades sexuais sem nenhum preparo no que se refere à prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) ou gravidez.

Bom seria se, ao invés de ceder às pressões externas, meninos e meninas refletissem sobre sua real condição emocional, questionando se estão prontos para assumir a responsabilidade que a vida sexual ativa pede, tanto física quanto emocionalmente.

Antes de terem sua primeira relação sexual, o correto é procurar um ginecologista (no caso das meninas) e um urologista (no caso dos meninos). Esta consulta é muito importante porque permite que cada um conheça melhor seu próprio corpo. Para as meninas, questões como a espessura do hímen, a normalidade de seus genitais e o método anticoncepcional que mais se adapte ao seu perfil são de fundamental importância para que elas se sintam mais seguras, conscientes e preparadas fisicamente quando perceberem que emocionalmente estão prontas para iniciar o exercício de sua sexualidade.

Para os meninos, o formato e o tamanho do pênis, bem como a correta manipulação de seu órgão genital são detalhes que, quando bem conhecidos, podem ajudar muito na iniciação sexual, já que este momento gera, por si só, bastante ansiedade, e geralmente insegurança.

O que um método anticoncepcional deve oferecer nesta fase

  • Alta eficácia, pois está subentendido que o momento é absolutamente impróprio para uma gravidez;
  • Mínima interferência durante o ato sexual, já que se trata de uma época de aprendizagem, e quaisquer maiores dificuldades poderiam atrapalhar muito no desempenho e no prazer do casal.

Os mais adequados

  • Métodos hormonais: adesivo, injetável, anel vaginal e pílula.
  • Este último é, dentre todos os citados, o menos indicado, já que estudos demonstram que adolescentes costumam se esquecer de 2 a 3 pílulas por mês, diminuindo a eficácia e aumentando os riscos de uma gravidez indesejada.

A pílula do dia seguinte deve ser usada somente em casos de emergência, ou seja, quando o método usual falhar. Isto significa dizer que a camisinha pode romper ou a garota se esquecer de tomar a pílula.

Entretanto, precisa ser evitada ao máximo porque contém uma alta dose de hormônios que, se ingerida repetidas vezes, pode desregular o funcionamento do organismo e até causar outros problemas de saúde.

Contra-indicados

  • Métodos naturais e os definitivos: tabelinha e coito interrompido; e vasectomia e ligadura das trompas.

Os primeiros porque oferecem baixa eficácia e muito autocontrole e autoconhecimento; e os segundos porque terminam definitivamente com a fertilidade do casal, impedindo-o de ter filhos no futuro.

Atenção!

Adolescentes com histórico de transtornos alimentares, tais como bulimia e anorexia, não devem optar por um método oral, como as pílulas, pois a absorção do medicamento pelo organismo fica comprometida, não oferecendo a eficácia esperada.

Importante

Seja qual for o método escolhido, o uso da camisinha é indispensável, pois é o único meio de se proteger contra as DSTs.

Dos 25 aos 40 anos

Nesta fase pressupõe-se que homens e mulheres estejam mais amadurecidos emocionalmente, mais estabilizados financeiramente e fisicamente prontos para uma eventual gravidez.
Considera-se ainda que nesta fase a mulher tenha um parceiro fixo, o que lhe dá maiores condições de optar por um método anticoncepcional mais flexível. É, em geral, a época de ter filhos. Ainda que lance mão de um método contraceptivo, as conseqüências de uma gravidez não planejada não seriam catastróficas como na fase da adolescência.
Além disso, seu amadurecimento emocional lhe permite escolher um método que precise interromper o ato sexual para ser colocado, pois tem segurança o bastante para conduzir a situação de forma harmoniosa e satisfatória.
Seu corpo está completamente desenvolvido e espera-se que ela se conheça o suficiente para saber o que é melhor para si.
O que um método anticoncepcional deve oferecer nesta fase

  • Menos efeitos colaterais, pois a partir dos 30 anos de idade o organismo da mulher passa a funcionar num ritmo diferente, pedindo menor dosagem de hormônio.
  • Mais conforto, já que nesta fase o casal está mais seguro e pode se adequar mais facilmente aos métodos, ao contrário do que acontece na adolescência, quando qualquer interferência é motivo para desajustes e desconfortos.

Os mais adequados

  • Métodos de barreira: DIU, diafragma e espermicida. Em alguns casos, os definitivos: vasectomia e ligadura das trompas.

São métodos sem praticamente nenhum efeito colateral, e que ao mesmo tempo oferecem satisfatória eficácia na contracepção.

Contra-indicados

  • Métodos naturais: tabelinha e coito interrompido.
  • A tabelinha é bem pouco eficaz e o coito interrompido pode causar distúrbios na relação sexual. No homem, propicia a ejaculação precoce, e na mulher, pode causar varizes pélvicas, já que o orgasmo é geralmente interrompido.

Atenção!

Mulheres com mais de 35 anos, especialmente as fumantes, devem evitar os métodos hormonais, pois eles propiciam o aparecimento de doenças tromboembólicas, tal qual o derrame cerebral.

Importante

Quando um casal tem uma relação estável (principalmente os casados), deve-se fazer um pacto de fidelidade e respeito no que se refere ao uso da camisinha como método para proteção contra as DSTs. Se deixarem de usá-la, devem se comprometer um com o outro a não terem relação sexual com terceiros. E de forma bastante racional, cada um deve saber que, se por acaso vierem a se relacionar sexualmente com outra pessoa, deverão usar camisinha indiscutivelmente, tanto para sua própria proteção quanto por responsabilidade e compromisso assumido perante o parceiro.

A partir dos 41 anos e até a menopausa

Nesta fase, o mais comum é que os casais já tenham tido os filhos que pretendiam ter ou já tenham se decidido por não tê-los. Portanto, o método anticoncepcional pode ser mais flexível ou até definitivo.

Sem contar que, organicamente falando, seus ciclos anovulatórios (sem ovulação) são cada vez mais freqüentes, o que já causa uma dificuldade de engravidar própria da idade.

Vale lembrar que a menopausa (última menstruação) entre as mulheres brasileiras ocorre por volta dos 47 anos, geralmente. Antes disso, porém, é comum que a mulher permaneça por cerca de um ano apresentando amenorréia, ou seja, ausência eventual de ciclos menstruais até que cessem definitivamente.

É uma época da vida em que as mulheres se sentem bastante seguras consigo mesmas e com sua sexualidade. Os medos e tabus já se diluíram em experiências importantes e enriquecedoras. Agora, o que ela mais busca é seu prazer e conforto, preocupando-se bem mais com sua saúde do que com detalhes como performance sexual ou a necessidade de provar algo ao parceiro.

Sente-se mais dona de sua própria história e preparada para arcar com suas escolhas, em todos os sentidos.

O que um método anticoncepcional deve oferecer nesta fase

  • Mínimo efeito colateral, pois seu organismo já passa por um desequilíbrio hormonal próprio desta faixa etária;
  • Máximo conforto, já que nesta fase ela está segura de si e também em relação à maternidade.

Os mais adequados

  • Métodos de barreira: diafragma e espermicida; e os definitivos: vasectomia e ligadura das trompas.

Os métodos de barreira, como o diafragma ou o espermicida, são bem adequados a este momento da vida do casal por não apresentarem efeitos colaterais tais quais os métodos hormonais.

A eficácia oferecida por eles também corresponde às expectativas próprias desta fase, pelos motivos explicados no início.

Os métodos definitivos podem ser uma boa opção para os casais que já tiveram seus filhos e não desejam mais a gravidez.

Dependendo da disposição do homem, a vasectomia é altamente indicada, pois é feita através de uma cirurgia simples, de rápida recuperação e é muito eficiente. A ligadura das trompas pode ser feita imediatamente depois do nascimento de um filho, aproveitando o momento hospitalar e cirúrgico, mesmo que o parto tenha sido por via vaginal.

Contra-indicados

  • Métodos hormonais: adesivo, injetável, anel vaginal e pílula.

Os métodos à base de hormônios, neste momento da vida da mulher, serviriam apenas para lhe causar desconfortos desnecessários. Seu corpo está se transformando, sua ovulação está diminuindo consideravelmente, e dentro de alguns anos a sua disponibilidade física para ser mãe terá terminado.

Além do mais, ela não precisa de tanta eficácia contra a gravidez.

Importante!

Em relação à camisinha, a mesma medida sugerida na fase anterior continua valendo agora. Especialmente após os 40 anos de idade, homens e mulheres devem fazer escolhas sexuais que lhes permitam vivenciar o prazer e a alegria sem maiores preocupações. Para tanto, prevenir-se contra as DSTs em relações extraconjugais ou em relacionamentos iniciais é uma medida obrigatória.

Considerações finais

Depois de abordar todos os métodos contraceptivos disponíveis no mercado, e também relatar as diferentes fases na vida de um casal, e mais especificamente das mulheres, fica o desejo sincero de que cada uma, dentro de suas possibilidades, expectativas e intenções, recorra sempre a seu médico de confiança e possa tirar proveito de sua vida sexual da melhor maneira possível.

Afinal de contas, muitos estudos já realizados em diferentes épocas demonstraram que relacionar-se sexualmente de forma saudável é uma ótima maneira de as pessoas viverem mais felizes e mais plenamente satisfeitas.

Informação correta e atitudes responsáveis são a garantia de resultados coerentes com os desejos de cada um.

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