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Como a receptora escolhe a doadora

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O IPGO costuma ter várias doadoras aguardando ser escolhidas. A receptora terá acesso ao questionário com todas as características físicas da doadora e uma foto dela quando criança. A tipagem sanguínea deve ser compatível, para o caso dos pais não quererem contar ao filho a maneira como ele foi gerado. A avaliação da  afinidade doadora-receptora pode ser também pode ser complementada  com o estudo imunológico de compatibilidade,  exames de ancestralidade     e estudo genético das doadoras.

Apesar de muitas das características das doadoras não serem transmitidas aos filhos, as receptoras sentem-se mais confortáveis em escolher doadoras parecidas  com elas em vários aspectos, tanto físico quanto de personalidade.

As doadoras devem ter entre 18 e 35 anos de idade. Quanto mais velha a doadora,  menor a chance de gravidez da receptora,  devido à diminuição natural da chance de engravidar em função do aumento da idade materna.

O tempo de espera para encontrar uma doadora compatível é muito variável, visto que algumas etnias são mais raras dependendo da região do país como, por exemplo, a negra e oriental. O tempo para encontrar doadora compatível também pode ser maior em função  da tipagem sanguínea.

Avaliação da Paciente Receptora

Uma vez escolhida a doadora pela receptora, e tendo ambas assinado os termos de consentimento, podemos iniciar o tratamento.

Existem vários protocolos que podemos utilizar para sincronizar as duas, como os análogos do GnRh, o uso de pílulas anticoncepcionais ou o uso concomitante de análogos e antagonistas de GnRh. O importante é fazer com que as duas comecem juntas o tratamento. A doadora, se for doação compartilhada, iniciará com injeções para estimular a ovulação, enquanto a receptora iniciará com medicações via oral ou adesivos para preparar o útero para receber o embrião. Pode-se também congelar os embriões formados e transferi-los num ciclo posterior.

Informações e dúvidas: (11) 3885-4333 / 3884-3218

e-mail: mariana@ipgo.com.br

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