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Diagnóstico Pré-implantacional – PGD / DPI

O IPGO realiza exame genético dos embriões antes da implantação,para o diagnóstico precoce de doenças cromossômicas e genéticas (PGD-FISH ou aCGH)

Arnaldo Schizzi Cambiaghi

PGD (Pré-Implantation Genetic Diagnosis) que pode ser traduzido como DPI (Diagnóstico Pré-Implantacional) é um exame que pode ser utilizado no processo de FIV – Fertilização “In Vitro”, com o objetivo de diagnosticar nos embriões a existência de alguma doença genética ou cromossômica antes da implantação no útero da mãe. Assim, casais com chances de gerar filhos com problemas como Síndrome de Down, Distrofia Muscular, Hemofilia, entre outras anomalias genéticas, podem descobrir se o embrião possui tais doenças por meio deste exame. Essa técnica utilizada em tratamentos de fertilidade, consiste na retirada de uma ou mais células do embrião (biópsia embrionária), em laboratório e encaminhada para análise, antes mesmo de ele ser colocado no útero. Este procedimento não afeta o futuro bebê e o resultado pode ser obtido em poucas horas.

Embriões com problemas não devem ser transferidos e em casos especiais, o procedimento também pode ser utilizado em mulheres com mais de 40 anos. Nesta idade, as chances de gerar um filho com problemas genéticos são de uma em 40, ao passo que nas mulheres mais novas, até 35 anos, são de uma em 200. Além de ser utilizada para minimizar as possibilidades de anomalias no bebê, esta técnica também aumenta a probabilidade de resultados positivos na FIV, pois na maioria dos casos, embriões com anomalias são naturalmente descartados pelo organismo materno.

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PGD-FISH É realizado no 3ºdia de evolução do embrião. Retira-se uma única célula(blastômero). Avaliam-se no máximo 12 cromossomos PGD-aCGH É realizado no 5º dia de evolução do embrião. Retira-se de 6 a 10 células e por isso é mais preciso. Avaliam-se todos os 24 cromossomos

1-PGD pela técnica de FISH ( Fluorescence In Situ Hybrydization). Examina até 11 cromossomos.

Consiste na retirada de uma célula no terceiro dia de desenvolvimento, quando o embrião, ainda no laboratório, tem ao redor de oito células. Em seguida, esta célula é encaminhada para análise, e o resultado fica disponível antes de os óvulos serem transferidos para o útero. Este exame permite a análise de no máximo 11 cromossomos, que são representados pelos números 13, 14, 15, 16, 17, 18, 20, 21, 22 e pelos sexuais X e Y. Somente os embriões saudáveis são transferidos. As preocupações negativas ou controvérsias deste procedimento são os eventuais danos causados ao embrião, as dúvidas quanto a possível diminuição da taxa de gravidez, o descarte de embriões potencialmente saudáveis, pois, erroneamente, pode-se considerar embriões doentes quando, na verdade não o são, uma vez que nem sempre uma única célula retirada para exame representa a totalidade(Mosaicismo), a falha na biópsia ou fixação da célula retirada e por fim, não ter acurasse de 100%.

2-PGD por Hibridação Genômica Comparativa pela técnica de microarray-a-CGH (microarray- Comparative Genomic Hybridization). Examina os 24 cromossomos.

Estuda os 24 cromossomos (22 pares de cromossomos autossomos denominados com números de 1 a 22 e mais dois sexuais X e Y). Nesta técnica, mais moderna que a anterior, o embrião deve alcançar o estágio de blastocisto (quinto dia de desenvolvimento). São retiradas de 6 a 10 células e por isso o diagnóstico é mais preciso e seguro quando comparado ao anterior, sendo possível identificar um maior número de anomalias, uma vez que são analisados 24 cromossomos. O a-CGH, também chamado de PGD-24, pode ainda aumentar a chance de sucesso dos tratamentos, pois evita a causa mais frequente de perdas gestacionais que são as aneuploidias embrionárias, além de reduzir o risco de gestação múltipla, pois um número menor de embriões poderá ser transferido. Outra vantagem é que, ao aguardar o desenvolvimento dos embriões até o estágio de blastocisto, pela seleção natural, haverá um menor número de embriões a serem examinados em comparação ao exame PGD-FISH, realizado no terceiro dia, o que pode reduzir o custo. Entretanto, existe o risco de, ao aguardar até o estágio de blastocisto, não ter embriões para serem transferidos.

Isso é frustrante, mas é importante que saibam que tal fato, provavelmente, é apenas uma antecipação de um resultado negativo de gravidez. (click aqui e saiba mais sobre este exame)

Importante:

Estas técnicas não devem se tornar um procedimento de rotina para todas as mulheres que desejam engravidar. Além do alto custo do exame, existem alguns princípios éticos do casal que devem ser respeitados; como, a aceitação de uma seleção natural e a não concordância do descarte dos embriões que apresentarem problemas. Devem ainda ter indicações restritas às reais necessidades, pois estes exames não são isentos de riscos. Existem controvérsias quanto aos problemas causados por este exame que podem ser maiores ou menores dependendo da experiência dos profissionais que estão realizando o procedimento.

O PGD já possibilita detectar cerca de 130 doenças e este número pode aumentar ainda mais. O IPGO analisa os 24 cromossomos além de outras doenças genéticas que estão descritas no seguir deste texto.

Clique aqui para conhecer outras doenças genéticas que podem ser diagnosticadas.

A trissomia do cromossomo 13 é responsável pela Síndrome de Patau que tem como principais características: baixo peso corporal, deficiência mental e problemas respiratórios. Quarenta e cinco por cento dos bebês que nascem com esse problema morrem em um mês, 69% em seis e 72% morrem em um ano.

A Síndrome de Edwards é representada pela trissomia do cromossomo 18. Cerca de 95% das gravidezes de fetos portadores dessa doença cromossômica evoluem para abortos espontâneos, 5 a 10% sobrevivem ao primeiro ano. Existem raros casos de adultos portadores desse problema. Retardamento mental, atraso do crescimento e, às vezes, malformações graves no coração, caracterizam esse problema.

A trissomia do cromossomo 21 é responsável por uma das deficiências mais conhecidas, a Síndrome de Down. Os portadores desta doença possuem traços bem característicos, desenvolvimento motor lento e retardo mental que pode variar entre o leve, moderado e severo.

Os cromossomos X e Y determinam o sexo do bebê, porém essa alternativa não deve ser utilizada para escolha. A presença desse item no diagnóstico tem importância na seleção de embriões que podem ter doenças específicas de determinado sexo, como é o caso da hemofilia que é uma dificuldade no processo de coagulação sanguínea que só atinge indivíduos do sexo masculino; e da Síndrome de Turner, que atinge somente as mulheres e tem como principal característica o infantilismo sexual e não desenvolvimento das capacidades reprodutivas.

A Síndrome do Klinenfelter (47XXY ou 47XXY) - É a causa mais frequente de hipogonadismo (diminuição da função dos testículos) e infertilidade em indivíduos do sexo masculino. As pessoas com Síndrome de Klinefelter, do sexo masculino, têm um cromossomo X adicional (47,XXY), estatura elevada, algum desenvolvimento do tecido mamário e testículos pequenos. Também é possível encontrar pessoas com outros cariótipos, como 48, XXXY, 48, XXYY ou 49, XXXXY.

Outras doenças ligadas a distúrbios genéticos ou cromossômicos são:

Coréia de Huntington - presença de movimentos involuntários caracterizados por contrações musculares irregulares e espasmos ocasionais (movimentos musculares não intencionais), perda gradual de células cerebrais e deterioração mental. A doença é hereditária e os sintomas surgem normalmente entre os 35 e 40 anos.

Distrofia Muscular Progressiva (DMP) - caracteriza-se por uma degeneração progressiva da musculatura. A ciência conhece mais de trinta formas diferentes dessa doença, que podem variar entre benignas e malignas. Os músculos atingidos dependem do tipo. Crianças e adultos de ambos os sexos podem ser afetados.

Paramiloidose (PMF) - A Síndrome da Polineuropatia Amiloidótica Familiar ou simplesmente paramiloidose é uma doença hereditáriaa transmitida por via genética por meio de uma mutação autossômica dominante. Se o progenitor for portador heterozigótico (quase todos os casos), a probabilidade de um filho ser também portador da mutação é de 50%. Esta doença ocorre em diferentes países do mundo, tendo o seu maior foco em Portugal, seguido do Japão, Suécia, Ilha de Maiorca, Brasil e Itália. Uma síndrome que se manifesta normalmente entre os 25 e os 35 anos do paciente e que tem como primeiros sintomas constantes formigamentos nos pés e uma perda de sensibilidade ao frio e ao calor. Em seguida ocorre uma grande perda de peso e de sensibilidade a estímulos, principal e inicialmente nos membros inferiores. Mais tarde alastra-se aos membros superiores, causando também perturbações no sistema digestivo, problemas cardíacos e do sistema nervoso. Os rins e o coração são gravemente atingidos nas ultimas fases da doença sendo necessário um transplante hepático (conheça o históricos de sucesso).

Fibrose Cística - Funcionamento anormal das glândulas salivares e das que produzem suor, lágrima e suco digestivo. A pessoa apresenta problemas intestinais, pois as enzimas não são liberadas para dentro do intestino e distúrbios respiratórios devido ao acumulo de muco que obstrui a passagem de ar para o pulmão

Síndrome do X-frágil (SXF) – esse nome foi dado por esta doença ser causada por uma anomalia no cromossomo X. A SXF afeta o desenvolvimento mental, desde dificuldades no aprendizado até retardo profundo, de homens e mulheres, porém o sexo masculino está mais suscetível a ela. Estima-se que a doença afete uma em cada duas mil pessoas. Ela possui caráter hereditário e pode afetar diversos membros da mesma família sem apresentar características físicas marcantes

O exame Genético e Cromossômico Pré Implantacional pode ajudar muitos casais que não conseguem engravidar, os que têm abortamentos repetitivos e aqueles que têm histórico familiar de doenças hereditárias transmissíveis. À medida que esse exame for realizado com freqüência, ele se tornará mais acessível para todos

Hoje em dia, já é realizado para doenças de aspectos genéticos que aparecem em uma fase tardia de vida, como por exemplo, o câncer de mama que é previsto na mulher por meio da biologia molecular. Na Inglaterra, já é possível analisar a presença de um gene chamado polipose adenomatosa familiar, que desencadeia câncer de cólon e de reto no início da adolescência, levando à morte.

Doenças Genéticas:

Abaixo estão as doenças genéticas diagnosticadas pelo PGD/DPI. Algumas doenças podem não estar nesta lista mas poderão ser diagnosticadas em decorrência dos novos avanços da ciência . Se a doença que estiver procurando não estiver nessa relação entre em contato conosco para analisarmos a possibilidade do diagnóstico desejado.

Lista das doenças possíveis de serem diagnosticadas:

A

Aarskog (X-FGD1)
Achondroplasia (FGFR3)
Actin-Nemalin Myopathy (ACTA1)
Adenomatous Polyposis Coli (FAP-APC)
Adrenoleukodystrophy (ABCD1)
Agammaglobulinemia-Bruton (BTK)
Alagille Syndrome (JAG1)
Aldolase A deficiency (ALDOA)
Alpha Thalassemia (HBA1)
Alpha Thalassemia/Mental Retard (ATRX)
Alpha-1-Antitrypsin Deficiency (AAT)
Alport Syndrome (COL4A5)
ALS: Amyotrophic Lateral Sclerosis 1, (SOD1)
Alzheimer Disease 3 (PSEN1)
Amegakaryocytic Thrombocytopenia, Congenital (CAMT)
Amyloidosis I-Transthyretin (TTR)
Angioedema, Hereditary (C1NH)
Ankylosing spondylitis (Susceptibility to, HLA-B27)
Antithrombin Deficiency (SERPINC1)
Apert Syndrome (FGFR2)
Ataxia Telangiectasia (ATM)

B

Basal Cell (Gorlin) Synd (PTCH)
Beta Thalassemia (HBB)
Bloom Syndrome (BLM)
Brachydactyly-Type C (GDF5)
Breast Cancer (BRCA1 & 2)

C

CACH-Ataxia (EIF2B4)
CADASIL (Notch3)
Canavan Disease (ASPA)
Cardiomyopathy, Barth Type Dilated (TAZ)
Cardiomyopathy, Dilated Hypertrophic (MYH7)
Dilated Hypertrophic Cardiomyopathy MYH7
Carnitine-AcylCarn Translocase (SLC25A20)
Ceroid-Lipofuscinoses-Batten Disease (PPT1)
Ceroid-Lipofuscinoses-Finish Type (CLN5)
Ceroid-Lipofuscinoses-Juvenile Type (CLN3)
Charcot Marie Tooth 1A (PMP22)
Charcot Marie Tooth Neuropathy – 2E, (NF-L, NEFL)
Charcot-Marie-Tooth neuropathy 1B (MPZ)
Cherubism (SH3BP2)
Choroideremia (CHM)
Chronic Granulomatous Disease (CYBB)
Citrullinemia (ASS)
Cleidocranial Dysplasia (RUNX2)
Cockayne syndrome type B (CSB; ERCC6)
Colon Cancer (HNPCC; MSH2)
Congenital Adrenal Hyperplasia (CYP21A2 )
Congenital Disorder Glycosylation, 1a – CDG-1a (PMM2)
Congenital Disorder Glycosylation, 1c – CDG-1c (ALG6)
Congenital Disorder Glycosylation, 1e – CDG-1e (DPM1)
Congenital Disorder Glycosylation, 1g – CDG-1g (ALG12)
Congenital Erythropoietic Porphyria (UROS)
Cosman-Cyclic Neutropenia (ELA2)
Crigler Najjar (UGT1A1)
Crouzon Syndrome (FGFR2)
Cystic Fibrosis (CFTR)
Cystinosis (CTNS)

D

Darier Disease (ATP2A2)
Deafness, Recessive – (GJB2 Connexin 26)
Deafness, Recessive – (GJB6 Connexin 30)
Deafness, Recessive (DFBN1)
Denys-Drash Wilms Tumor (WT1)
Desmin Storage Myopathy (DES)
Diamond Blackfan (DBA-RPS19)
Diamond Blackfan (DBA2) Not RPS19
Duchenne muscular dystrophy (DMD)
Dystonia (TOR1A)
Dystrophia Myotonica-1 (DMPK) CTGrpt
Dystrophia Myotonica-2 (DM2; PROMM) CCTGrpt

E

Ectodermal Dysplasia I EDA1
Ehlers-Danlos COL3A1
Emery-Dreifuss X-Linked Muscular Dystrophy
Emery-Dryfuss AutoDom Muscular Dystrophy (LMNA)
Epidermolysis Bullosa (KRT5)
Epidermolysis Bullosa Simplex KRT14
Epidermolysis Bullosa/Pyloric Atresia – ITGB4
Epidermolysis Dystrophic Bullosa-COL7A1
Epidermolytic Hyperkeratosis (KRT10)

F

Fabry (GLA)
Facioscapulohumeral Dystrophy (FSHD)
Factor 13 Deficiency (F13A1)
Familial Dysautonomia (IKBKAP)
Familial Exudative Vitreoretinopathy FZD4
Fanconi Anemia A (FANCA)
Fanconi Anemia C (FANCC)
Fanconi Anemia F (FANC F)
Fanconi Anemia J (FANCJ, BRIP1)
Fanconia Anemia G (FANCG)
Fragile X (FMR1)
Friedreich Ataxia I (FRDA)

G

Galactosemia (GALT)
Gastric Cancer, Cadherin-E-1 (CDH1)
Gaucher Disease (GBA)
Genotyping-Molecular Signature-Fingerprinting
Glutaric Acidemia 2A (ETFA)
Glycine Encephalopathy GLDC 80% (NKH)
Glycogen Storage Disease I, Von Girke – GSD1a (G6PC)
Glycogen Storage Disease 2, Pompe – GSD2 (GAA)
GM1 Gangliosidosis, Morquio (GLB1)

H

Hallervorden-Spatz-Pantothenate (PANK2)
Hemophilia A (Factor Oito)
Hemophilia B (Factor 9)
Hereditary Hemmorrhagic Telangietasia Type 1 (HHT1)
Histiocytosis, Hemophagocytic Lympho- (HLH; PRF1)
HLA DRBeta1 Class II MHC (HLA DRB1*)
HLA-Histocompatability, Transplantation Matching (HLA)
Hunter syndrome (IDS)
Huntington Disease (HD)
Hurler Syndrome (MPSI-IDUA)
Hydrocephalus:X-Linked L1CAM
Hyper IgM (CD40-ligand; TNFSF5)
Hypokalemic periodic paralysis (SCN4A-HYPP)
Hypophosphatasia (ALPL)
Hypophosphatemic VitD Rickets

I

Icthyosis, X-Steroid Sulf Def
Icthyosis.Congenital, Harlequin (ABCA12)
Incontinentia Pigmenti (NEMO)

K

KELL Antigen (KEL)
Kennedy-Spinal bulbar (AR)
Krabbe (GALC)

L

Leber Retinal Congenital Amaurosis-I (GUCY2D)
Leber Retinal Congenital Amaurosis-X (CEP290)
Lesch-Nyhan (HPRT1)
Leukemia, Acute Lymphocytic, Transplantation (ALL)
Leukemia, Acute Myelogenous, Transplantation (AML)
Leukemia, Chronic Myelogenous, Transplantation (CML)
Leukocyte Adhesion Deficiency (ITGB2)
Li-Fraumeni Syndrome (TP53)
Long-Chain-AcylCoA Dehydrogenase (LCHAD:HADHA)
Lymphedema-Hereditary (FOXC2)
Lymphoproliferative Disorder, X-linked (SH2D1A)

M

Machado-Joseph Spinocerebellar Ataxia-3 (SCA3)
Macular Dystr-Best Vitelliform (VMD2)
Maple Syurp Urine Dz E1-Beta (BCKDHB)
Marfan Syndrome (FBN1)
Meckel-Gruber Syndrome-3 (MKS3)
Menkes (ATP7A)
Merosin-deficient congenital muscular dystrophy type 1A (MDC1A)
Metachromatic Leukodystrophy (ARSA)
Methylcobalamin G Deficiency (MTR)
Methylmalonic Acidemia (MUT)
Mitochondrial Myopathy-Complex I (NDUFS4)
Mucolipidosis 2, I Cell (GNPTAB)
Multiple Endocrine Neoplasia 1 (MEN1)
Multiple Endocrine Neoplasia 2 MEN2 (RET)
Multiple Extostoses (EXT1)
Multiple Extostoses (EXT2)
Myasthenia Gravis (CHRNE)
Myotubular Myopathy X-Linked (MTM)

N

NEMO immunodeficiency (IKBKG)
Nephrosis – Finnish (NPHS1)
Neurofibromatosis 1 (NF1)
Neurofibromatosis 2 (NF2)
Niemann Pick – Type A (SMPD1)
Niemann Pick – Type C (NPC1)
NonKetotic Hyperglycinemia (GLDC)
Noonan (PTPN11)
Norrie (NDP)

O

Occulocutaneous Albinism II- (OCA2)
Occulocutaneous Albinism I, OCA1 (TYR)
Ocular Albinism-X Linked (GPR143)
Oculodentodigital Dysplasia (GJA1)
Optic Atrophy 1 (OPA1)
Ornithine transcarbamylase deficiency (OTC)
Osteogenesis Imper II/IV & Chondrodysplasias(COL1A2)
Osteogenesis Imperfecta I (COL1A1)
Osteopetrosis (CLCN7)
Osteopetrosis (TCIRG1;APT6)

P

Pachyonychia Congenita (KRT6A)
Pachyonychia Congenita (KRT16A)
Pancreatitis, Chronic Calcific (PRSS1)
Paraganglioma-Nonchromaffin (SDHB)
Pelizaeus-Merzbacher, X-linked (PLP1)
Periventricular Heteropia (FLNA)
Persistent Hyperinsulinemic Hypoglycemia of Infancy (ABCC8)
Pfeiffer Syndrome (FGFR2)
Phenylketonuria PKU (PAH)
Pheochromocytoma (SDHB)
Polycystic Kidney Disease (PKD1)
Polycystic Kidney Disease (PKD2)
Polycystic Kidney Disease, Recessive (PKHD1)
Pompe, Glycogen Storage Disease 2, GSD2 (GAA)
Propionic Acidemia (PCCA)
Pseudohypoparathyroidism 1a (GNAS1)

R

Retinitis Pigmentosa (RHO)
Retinitis Pigmentosa adRP10 (IMPDH1)
Retinitis Pigmentosa X-linked (RPGR)
Retinoblastoma 1 (RB1)
Retinoschisis, (RS1)
Rhesus blood group D (RHD)
Rhizomelic Chondrodysplasia Punctata (RCDP1)

S

Sacral Agenesis (HLXB9)
Sanfilippo A (MPSIIIA)
Sanfillipo B (MPSIIIB) (NAGLU)
Sathre-Chotzen Craniosynostosis (TWIST)
SCIDX1 (IL2RG)
Severe Comb Immunodef (SCID)
Shwachman-Diamond Syndrome (SBDS)
Sickle Cell (HBB)
Smith-Lemli-Opitz (SLOS)
Sorsby Fundus Dystrophy (TIMP3)
Spinal muscular atrophy SMA (SMN1)
Spinocerebellar Ataxia-1, SCA1 (ATNX1)
Spinocerebellar ataxia-2, SCA2 (ATXN2)
Spinocerebellar Ataxia-3, Machado-Joseph (SCA3)
Spinocerebellar Ataxia-7 (ATXN7)
Spondyloepiphyseal dysplasia, congenital (SEDc)
Steroid Sulfatase Deficiency (STS)
Stomach-Ovarian-Endometrial Cancer (CDH1)
Supravalvular Aortic Stenosis (ELN)
Surfactant-Pulmonary B (SFTPB)

T

Tay-Sachs (HEXA)
Torsion dystonia (DYT1)
Treacher Collins (TCOF1)
Transplantation-BoneMarrow-StemCell (HLA locus)
Tuberous Sclerosis 1 (TSC1)
Tuberous Sclerosis 2 (TSC2)

V

VanderWoude -Popliteal Pterygium (IRF6)
Von Hippel-Lindau Disease (VHL)

W

Waardenburg Syndrome Type II (MITF)
Waardenburg Syndrome-I/III (PAX3)
West Syndrome (ARX)
Wilms Tumor (WT1)
Wiskott-Aldrich Syndrome (WAS)
Wolman Lipase A (LIPA)