Encontre-nos nas redes sociais:

Instagram da IPGO

Use o sistema de busca.

Final feliz – Doença de Huntington (2)

Home » Casos Especiais » Final feliz – Doença de Huntington (2)
Agende sua Consulta

Leia na hora certa - Use o leitor QR Code e armazene este assunto para ler diretamente em seu Smartphone

Segue o depoimento sobre minha feliz história na clínica IPGO com o Dr. Arnaldo e sua equipe.

Minha mãe é portadora de uma doença neurológica degenerativa chamada Doença de Huntington, caracterizada por movimentos involuntários, desequilíbrio, perda cognitiva, entre outros sintomas. Essa doença passa de pais para filhos, com incidência de 50% (doença autossômica dominante). Se minha mãe tem, eu tenho 50% de chance de ter, se eu tiver, meu filho teria 50% de chance de ter e assim sucessivamente. Não sei se eu tenho, apesar de existir um exame que detecta a alteração genética em qualquer idade, mesmo sem o desenvolvimento dos sintomas. Decidi não fazer esse exame, pois é uma doença que não tem cura, não tem como adotar nenhum cuidado antecipado que a amenize ou a retarde.

Comecei a planejar ter um bebê em novembro de 2010, porém, devido ao hipotireoidismo não controlado, tive que adiar meus planos. Durante o tempo em que me tratava para acertar a dose do hormônio para a tireóide, ouvi falar pela primeira vez que eu poderia ter um filho com 99,9% de chance de não ter a doença de huntington, mesmo que eu fosse portadora e isso seria possível através de uma seleção genética de embriões saudáveis para posterior transferência para o meu útero, utilizando o tratamento de fertilização “in vitro”. Ouvi falar também do IPGO e do Dr. Arnaldo, em São Paulo (sou de Vitória/ES). Uma conhecida fez o tratamento para o mesmo caso, deu certo e me deu as melhores recomendações.

Antes de procurá-los, resolvi ver o que tinha em minha cidade, mas descobri que aqui ainda não haviam feito procedimento como este e também não achei as informações muito claras.

Resolvi então marcar minha primeira consulta com o Dr. Arnaldo. O primeiro contato com a clínica, por telefone mesmo, foi o melhor possível, muito atenciosos, profissionais, transparentes. Me passaram um cronograma com valores para cada etapa, me explicaram tudo direitinho. Me colocaram em contato com o laboratório de genética Genesis, e fui, mesmo de longe, me inteirando sobre todas as coisas, antes mesmo da minha primeira consulta, que aconteceu em agosto de 2011.

Em agosto, enfim, conheci o Dr. Arnaldo e a Fernanda (enfermeira). Dois anjos! A primeira impressão foi a melhor possível. Clínica fisicamente estruturada e o principal, tratamento humanizado, parecia que eu já os conhecia há muito tempo. Tive todas as explicações possíveis, responderam a todas as minhas perguntas. Todos sempre muito positivos. Fui atendida para coleta do material genético no próprio IPGO. Saí de lá certa da minha escolha em fazer o tratamento com o Dr. Arnaldo.

O material para análise das células dos embriões no EUA ficou pronto em outubro (antes do previsto) e iniciei o tratamento para fertilização “in vitro” no final de outubro com o bloqueador. Logo depois iniciei o indutor de ovulação. Foi tudo bem tranquilo, sem traumas. Mesmo de longe, me sentia assistida pela equipe do Dr. Arnaldo, em especial a Fernanda, que a qualquer hora do dia e da noite, em finais de semana e feriados, estava disponível para tirar a dúvida mais idiota possível. Sempre com paciência e carinho.

Fiz todos os ultrassons em minha cidade e enviava escaneado para a clínica, por e-mail. No mesmo dia recebia o retorno e orientação sobre como proceder com a medicação.

Final de novembro voltei a São Paulo para fazer a coleta e a transferência. Ocorreu tudo bem na coleta, mas não pude fazer a transferência, pois tive um princípio de hiperestímulo. O Dr. Arnaldo e sua equipe, desta vez, com destaque para a enfermeira Eveline, me deram irrestrito apoio nesses difíceis dias que passei lá. Me ligaram de madrugada, me tranquilizaram, me deram suporte para a recuperação física e emocional. Mesmo longe de casa, não me senti desprotegida. Me orientaram como proceder, os medicamento a tomar e em 3 dias já estava bem melhor.
O Dr. Arnaldo me explicou que o hiperestímulo é um risco que se corre no meu caso, pois é importante que se produza muitos óvulos para a seleção genética.

Dessa vez foi suspensa a transferência. Deixei os embriões congeladinhos lá e voltei pra minha cidade.

Passou um ciclo e já no final tomei bloqueador e no início do ciclo seguinte começou a preparação do meu útero para receber meu filhinho.

No final de janeiro voltei a São Paulo para a tão esperada transferência. E olha só que surpresa o destino me guardou: a transferência caiu exatamente no dia do meu aniversário, dia 31 de janeiro. Fui para a clínica e recebi o meu maior presente que hoje está aqui no meu útero se desenvolvendo a pleno vapor! Estou com 12 semanas e essa semana termina meu tratamento…Só tenho a dizer obrigada, Dr. Arnaldo! Pela sua competência, por ter desenvolvido um centro de excelência nesta área, que além de poder contar com uma tecnologia de ponta, podemos contar com pessoas do melhor nível, que sabem lidar com o ser humano, seus desejos, seus medos, suas dúvidas, que sabem respeitar cada um com suas diferenças. Uma equipe extremamente atenciosa! Vou sentir falta de todos, especialmente de você Fernanda! Desculpe os torpedos e ligações à noite, finais de semana, as dúvidas sem pé nem cabeça, as insistentes perguntas. Mas sem você, o tratamento não seria possível. Você foi o elo essencial! Para nós que moramos longe, contar com essa atenção é essencial. Para mim, com a atenção que recebi, não fez diferença fazer o tratamento numa cidade que fica a 2 horas de avião de onde moro. Tenho certeza que fui melhor atendida aí do que seria em muitas clínicas daqui, mesmo sem a barreira da distância física.

Recomendo muitíssimo o tratamento no IPGO com o Dr. Arnaldo! Ele é ótimo! Sensível e experiente! Sabe o que faz! Confio nele de olhos fechados! Faria tudo de novo!

Um abraço para todos da equipe IPGO!

Clarice e Pierre

Comments

comments