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                             GINECOLOGIA

 





CONTRACEPÇÃO

Métodos Contraceptivos 

MÉTODOS DE BARREIRA
(preservativos, diafragma)

MÉTODOS QUÍMICOS
(Cremes, gel, espuma)

MÉTODOS MECÂNICOS
(DIU)

MÉTODOS HORMONAIS
(Pílulas Injetáveis, anel vaginal)
MÉTODOS CIRÚRGICOS
(Em atualização)
MÉTODOS NATURAIS
(Tabelinha, coito interrompido)

MÉTODOS DE EMERGÊNCIA

MÉTODOS NATURAIS

Tabelinha
É um método considerado pouco eficiente, com índice de falha de 10 a 20% pois o período seguro pode variar de mês para mês.
Indicado apenas para mulheres com ciclos menstruais bastante regulares e que sejam capazes de conhecer seu ciclo menstrual. Mulheres que menstruam a cada 28 dias ovulam no 14º dia (o primeiro dia do ciclo é o primeiro dia da menstruação). O ciclo de 30 dias implica numa ovulação no 15º dia. Orienta-se não ter relações ou usar outro método contraceptivo 5 dias antes e 5 dias após o dia previsto da ovulação.

Coito Interrompido
Outro método considerado pouco eficiente, com índice de falha de 15 a 20%
Consiste em o homem retirar o pênis da vagina antes da ejaculação. A falha é grande pois pode haver saída de espermatozóides antes da ejaculação além de chances de atraso na retirada do pênis.

Temperatura Basal
É um método de altíssimo risco pois a temperatura corporal da mulher deve ser medida diariamente ao acordar e só sobe no dia da ovulação, ou seja, não delimita o período fértil. Pouco prático e pouco confiável.

Método do Muco (Billings)
A mulher observa a umidade vaginal aumentada no período peri-ovulatório. Índice de falha alto de 10 a 20% pois além de necessitar treinamento, em alguns casos, o muco vaginal pode estar alterado por outro fatores confundindo a mulher.

 


 


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