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“Jesus estava me testando”

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Soraya e Antônio José

Na minha adolescência não pensava e nem sonhava com filhos e casamento, apenas me dedicava aos estudos. O desejo só apareceu quando conheci o meu marido, com quem me casei após sete anos de namoro. Somente depois de dois anos é que começamos a pensar em filhos. Pelo meu marido teríamos um time de futebol, mas na prática planejávamos apenas um casal. Parei de tomar anticoncepcional e em apenas dois meses descobri que estava grávida. Aos 25 anos fui contemplada com a chegada de um lindo menino.

Curtimos muito o nosso filho, e quando ele completou sete anos decidimos que era hora de darmos um irmão a ele. Novamente interrompi o uso do anticoncepcional e rapidamente engravidei. Eu, meu marido e meu filho comemoramos muito, e desde já ficamos na expectativa pela chegada do mais novo integrante da família.

Realizei todos os exames, dei início ao pré-natal e tudo parecia bem, até eu ser surpreendida com um sangramento na sexta semana de gestação. Apavorada, logo liguei para a minha médica, que me passou uma medicação. Segui as orientações, mas o meu quadro só piorava. Foi então quando me dirigi à clínica da mesma, descobrimos que o sangramento nada mais era do que um aborto. Imediatamente fui para o hospital e realizei a curetagem.

A médica me tranqüilizou dizendo que em apenas seis meses eu poderia voltar a engravidar, mas fiquei muito chocada, pois a situação havia sido muito traumática. Eu e meu marido ficamos extremamente chateados com a situação. Durante dois meses tive insônia e sempre pedia a Deus para tirar a angústia que havia feito morada em meu coração.

Após dois anos me consultei com um outro médico e novamente realizei diversos exames. Comentei o que havia acontecido comigo, mas nenhum comentário foi feito. Nessa mesma época, por um grande descuido acabei engravidando. Mesmo não tendo planejado, ficamos muito felizes com a notícia e logo nos empolgamos com a novidade.

Porém, em uma das minhas consultas médicas, novamente senti um sangramento e logo descobri que estava abortando. Assim como da outra vez, eu estava na 6ª semana de gravidez, mas nessa ocasião nem precisei me dirigir ao hospital, pois a curetagem foi realizada na própria clínica.

Novamente veio a tristeza, a decepção e a mágoa. Toda aquela situação me causava grande constrangimento, inclusive diante dos familiares para quem eu tinha que dar explicações sobre o que havia acontecido. Nenhum problema – ou causa – era detectado pelos médicos, e isso me deixava ainda mais apreensiva.

Após um ano parei de tomar remédio por orientação médica e engravidei. Voltei ao pré-natal, mas mesmo com tanto cuidado, o que eu mais temia aconteceu. Durante um exame o médico percebeu que o coração do bebê não estava batendo. Fui para o hospital e lá foi diagnosticado um aborto retido. O sangramento era intenso, me deixando muito assustada e com medo de acabar tendo uma hemorragia. O constrangimento, a decepção e a tristeza voltaram à tona. Pela terceira vez realizei uma curetagem.

Eu fiquei muito abalada e os questionamentos começavam a surgir. Durante um encontro do grupo de oração da minha igreja, um rapaz se dirigiu até mim e disse: “Não sei o que é, mas Jesus está tocando na sua sexualidade. Não vai levar por mal, não sei o que é, mas Jesus está mexendo.” Para finalizar, ele completou dizendo que Jesus estava me testando. Me senti consolada, e desde então entreguei a situação nas mãos de Deus.

Quando retornei ao meu médico, fui orientada a procurar um especialista em Medicina Fetal. Assim fizemos, e após alguns exames o médico detectou uma incompatibilidade do meu sangue com o do meu marido. Explicou-me que o tratamento, chamado Cross Match, consistia na aplicação de uma vacina feita com o sangue do meu marido, mas além de ser cara, não tinha um resultado garantido.

Entre uma explicação e outra, fui questionada sobre a paternidade do meu filho, seguida da afirmação de que era impossível eu ter um filho do meu marido, por conta desse problema. Fiquei arrasada e extremamente ofendida com a falta de respeito que aquele profissional teve conosco. Desconsolados com a circunstância, eu e meu marido decidimos não realizar o tratamento com aquele especialista.

Ficamos chateados por vários meses até que uma amiga conversou comigo e me indicou o Dr. Arnaldo. Ficamos empolgados e logo entramos em contato com a clínica. Sentíamos um grande constrangimento ao viver toda aquela situação, tendo que ir a um especialista para conseguir um filho. Era como se fôssemos os únicos no mundo todo a enfrentar aquele tipo de problema. Quando chegamos na clínica IPGO, observamos os diversos casais que movimentavam o lugar e logo percebemos que o que estávamos vivendo era natural.

Já na primeira consulta tivemos uma grande simpatia por aquele profissional que nos tratou com respeito, demonstrando muito comprometimento com o seu trabalho. Após realizar alguns exames, retornamos à clínica e fomos orientados pelo Dr. Arnaldo a realizar o tratamento com a aplicação das vacinas. Tomei três doses, sendo uma por mês. Foi então quando realizei o exame de sangue e por ele foi diagnosticado que o meu quadro já havia sido normalizado.

Ficamos muito felizes e confiantes e logo demos início à uma nova tentativa. Aquela seria a última, pois eu já estava cansada do desgaste psicológico e emocional que me afligia quando perdia o bebê.

Para nossa alegria, após dois meses, eu engravidei. Fiquei muito animada e me senti realizada, mas ainda tinha medo de que a minha gestação fosse interrompida. Só conseguimos comemorar com tranqüilidade após as temíveis seis primeiras semanas.

Hoje eu estou grávida, com uma barriga enorme e muito feliz. Eu e meu marido seremos eternamente gratos a Deus por ter colocado o Dr. Arnaldo e toda a sua equipe em nossas vidas.

“Aos que enfrentam os mesmos problemas que eu já enfrentei, peço que não desanimem e que sejam sempre fortes! Lutem e realizem os sonhos que preenchem suas vidas. Tenham fé que tudo dará certo!”

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