Encontre-nos nas redes sociais:

Instagram da IPGO
Zika Vírus
Espaço Criança
11 Razões para o médico confiar seus pacientes ao IPGO

Use o sistema de busca.

“O sucesso do tratamento de fertilização assistida não se restringe ao teste de gravidez positivo. Muito mais que isso, é a garantia de que a mãe e o bebê permanecerão saudáveis desde o início dos procedimentos até o nascimento da criança. Afinal, de nada adianta alcançar rapidamente a gravidez única, gemelar ou até mesmo tripla, se o tratamento e a gravidez provocarem complicações que levem ao comprometimento da saúde do bebê e da mãe durante o tratamento a que estiver sendo submetida”
Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi

Tratamento da Infertilidade após 35 anos

Home » Tratamento da Infertilidade após 35 anos

Leia na hora certa – Use o leitor QR Code e armazene este assunto para ler diretamente em seu Smartphone

Arnaldo Schizzi Cambiaghi

“O IPGO realiza esta técnica na rotina de suas pacientes”.

 

Após esta leitura, leia também:
Por que a fertilização in vitro pode falhar
“Amazenamento” de embriões
Intralipid®
Os tratamentos de fertilização in vitro
Fertilização in vitro em mulheres maduras
Abortos podem ser evitados
Qual o custo?
Home

 

 

A incorporação da mulher de forma intensa na vida profissional tem retardado a época do casamento fazendo com que a busca do primeiro filho aconteça numa idade superior à ideal. É importante que essas mulheres tomem conhecimento de como funciona o seu corpo e do porquê a fertilidade diminui após os 35 anos. Portanto, nessa fase, qualquer tratamento deve ser objetivo e rápido, a fim de se obter os melhores resultados.

A menina, quando nasce, tem nos seus ovários um número pré-determinado de óvulos. Quando chega à idade fértil possui apenas 300 mil óvulos capazes de ser fecundados. A cada ciclo menstrual, para um óvulo que atinge a maturidade, aproximadamente 1000 são perdidos.

Segundo este processo contínuo e normal, após os 35 anos o número de óvulos capazes de serem fertilizados diminui. Os que restam são chamados de RESERVA OVARIANA, que corresponde ao “Estoque” de óvulos disponíveis e que deve ser avaliada pelo médico no caso de INFERTILIDADE.

AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES CLÍNICAS LABORATORIAIS PARA AS PACIENTES QUE TORNAREM-SE GRÁVIDAS

Para se determinar qualquer tratamento é indispensável uma avaliação clínica e psicológica do casal, além de comentar as maiores chances de malformações e abortos que ocorrem a partir dessa idade. Não se pode jamais fugir dos exames básicos: avaliação da integridade anatômica dos órgãos reprodutores, dosagens hormonais, fator imunológico (Teste pós-coito) e fator masculino. Junto com essa pesquisa, avaliamos a RESERVA OVARIANA, que nos dá um prognóstico das chances de sucesso de gravidez.

AVALIAÇÃO DA RESERVA OVARIANA

A RESERVA OVARIANA é a capacidade dos ovários de responder a um estímulo hormonal produzindo óvulos capazes de serem fertilizados e formar embriões, que tenham condições de se implantar no útero. Após os 35 anos os ovários tendem a responder menos aos estímulos hormonais, dificultando a gravidez pela menor quantidade de óvulos existentes. A RESERVA OVARIANA é avaliada, fundamentalmente, pela dosagem sangüínea de 3 hormônios no 3º dia do ciclo menstrual : FSH, LH, Estrogênio.

. FSH maior do que 10 mIU/ml e Estrogênio menor que 35 pg/ml, geralmente, sugerem uma má respondedora aos estímulos hormonais (“Poor Responder”).

. FSH menor do que 10 mIU/ml e Estrogênio maior do que 35 pg/ml geralmente sugerem uma boa respondedora aos estímulos hormonais.

. INIBINA: é uma substância que dosada no sangue, nos dá a idéia desta reserva. Este critério é útil, mas ainda é difícil pelas dificuldades laboratoriais existentes.

 

Novos exames avaliam o futuro fértil da mulher

 

Novos marcadores para avaliação da fertilidade das mulheres estão sendo realizados no Brasil. Os exames são a Inibina-B e o hormônio Anti-Mulleriano que identificam o potencial de óvulos funcionantes nos ovários. Estas substâncias são dosadas através de um exame de sangue e embora já sejam realizados em outros países há algum tempo, aqui no Brasil só agora alguns laboratórios especializados estão colocando à disposição este tipo de avaliação.

Até hoje os exames mais comuns para se conhecer o potencial de fertilidade da mulher, a chamada reserva ovariana, isto é, a capacidade do ovário em produzir óvulos possíveis de serem fertilizados, era através da dosagem sanguínea dos hormônios FSH, LH e estrogênio analisados no sangue entre o terceiro e o quinto dia do ciclo menstrual. Embora estes exames sejam considerados importantes para esta avaliação, a dosagem da Inibina-B e do hormônio Anti-Mulleriano completam esta investigação.

Quando a Inibina-B estiver abaixo dos níveis normais poderá ser um indicativo de queda da fertilidade e apontar para técnicas de reprodução assistida. Caso contrário, as chances de de conseguir uma gestação naturalmente serão cada vez menores.Se esta mulher for solteira, o congelamento de óvulos poderá ser uma opção. O hormônio Anti-Mulleriano dá uma ideia do número de óvulos existentes no ovário e em conjunto com exame de ultrassom transvaginal que pelas medidas do ovário avalia o número de folículos existentes (folículos são cistos ovarianos normais de tamanho mínimo, dentro dos quais estão os óvulos) possibilita ter a noção da longevidade da vida reprodutiva desta mulher.

Essa avaliação é útil, pois cada vez mais as mulheres tem adiado a gestação privilegiando sua carreira e priorizando a aquisição de bens materiais. Muitas delas ao se aproximar dos 35 anos passam a se preocupar muito com o seu futuro reprodutivo e querem saber até quantos anos poderão adiar a gravidez. O critério de considerar os 35 anos como o marco inicial para queda da fertilidade ainda deve prevalecer e a normalidade desses exames não deve ser um incentivo para que a busca do bebê nesta fase da vida seja adiada. A importância da avaliação destes hormônios está também na previsão do sucesso de alguns tratamentos de infertilidade e da intensidade de resposta ovariana aos estímulos hormonais nos tratamentos de reprodução assistida. É importante também para ajudar a diminuir a carga emocional daquelas mulheres que ainda não tem o parceiro ideal para ser o pai dos seus filhos e temem perda da fertilidade nos anos futuros.

Estes exames podem ser realizados no IPGO (11) 3885-4333 /3057-0222

lab@ipgo.com.br

TRATAMENTO

O tratamento deve ser planejado após a análise de todos os resultados laboratoriais, ansiedade do casal e a conscientização das possibilidades de gravidez. A estratégia terapêutica deve ser capaz de proporcionar um alto índice de sucesso num curto período de tempo, a fim de se evitar, ao máximo, um declínio do funcionamento ovariano. Mesmo com os exames laboratoriais demonstrando uma boa RESERVA OVARIANA, devemos estar atentos para não fugir da objetividade proposta no início da avaliação. A Fertilização deverá ser Assistida usando técnicas de menor ou maior grau de complexidade: Indução de Ovulação, Inseminação Artificial ou Fertilização in Vitro.

 

Informações: saude@ipgo.com.br

Comments

comments